RÁDIO DESATIVADA

1 de fev. de 2016

A BONECA DE VERA LÚCIA

Vera Lúcia era uma boneca de pano lindíssima. Antigamente as meninas gostavam muito de brincar com bonecas de pano. A dona de Vera Lúcia se chamava Rosa Maria. Os pais de Rosa Maria eram missionários e moravam na China, um país muito longe daqui. O pai de Rosa Maria era pastor, e estava sempre disposto a falar de Jesus, não importava o lugar ou a distância.



 Rosa Maria era uma menina muito bonita e delicada, que amava demais sua boneca Vera Lúcia. Onde ia, levava Vera Lúcia com ela. Brincava, passeava, e até dormia com sua amiguinha inseparável.
A primeira coisa que Rosa Maria fazia pela manhã era abraçar Vera Lúcia. Ela gostava porque Vera Lúcia era muito macia, toda recheada de algodão, e, como era do tamanho de um bebê recém-nascido, usava todas as roupas de Rosa Maria quando era bebê.
Os pais de Rosa Maria viajavam muito. Eles já haviam morado no Japão, Alemanha, Rússia, França e Canadá. Já pensou se Vera Lúcia falasse, o que não teria para contar de tantos lugares?


Bem próximo da casa de Rosa Maria, havia um orfanato de meninas chinesas. Elas nunca haviam possuído um lar de verdade, até que pessoas bondosas e que amavam muito a Jesus, levaram-nas para aquele grande lar.
Algumas das meninas vinham de bairros bastante pobres e outras haviam sido vendidas pelos próprios pais.
O natal estava chegando e todos os anos, na manhã do dia de natal, os pais de Rosa Maria levavam-na para visitar essas pobres meninas do orfanato.
Durante o ano, Rosa Maria costumava juntar dinheiro e brinquedos dela e dos amigos para colocar aos pés da árvore de natal para aquelas meninas.


Naquele ano, cada menina receberia um vestido, um sabonete e um brinqeudo. Para conseguir essa proeza, foi necessário muito trabalho, principalmente da mãe de Rosa Maria.
Cada noite Rosa Maria, no final de sua oração, dizia: “Querido Jesus, faça com que haja brinquedos suficientes para cada menina do orfanato”.




Certa noite, após Rosa Maria terminar sua oração e se deitar, sua mãe lhe disse:
– Filha, o que você vai colocar na árvore de natal este ano?
– Mamãe – respondeu Rosa Maria – eu tenho minhas economias que poupei durante o ano todo, mas é meu o dinheiro e com ele quero comprar um lindo presente para a senhora e outro para o papai.
– Mas, Rosa Maria – continuou a mãe, amorosamente – você tem tantos brinquedos, por que não dá a mais bela boneca da sua coleção?



Rosa Maria não era uma menina egoísta, mas ela amava muito sua companheira predileta – Vera Lúcia.
Ao mesmo tempo lembrava que Deus deseja que sejamos desprendidos e esse verso veio à sua mente: “De graça recebeste, de graça dai” (Mateus 10:8). Ela hesitou um pouco e em seguida disse:
– Sim, acho que posso, mas tenho que dar minha melhor boneca?

– Isto é com você – disse a mãe – mas não se esqueça do que Jesus disse: “O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram” (Mateus 25:40). Você compreende isso, não é Rosa Maria?
– Sim, mamãe.
Naquela noite Rosa Maria não dormiu imediatamente como de costume. Depois de muito pensar, chamou a mãe.
Aos ouvidos da mãe, a filha disse que era impossível dar Vera Lúcia:
– Não posso! Não posso! Todas menos essa! Eu tenho a Miranda, que é uma boneca linda, com cabelo de verdade, tenho outras para escolher, mas a Vera Lúcia não quero dar, por favor!
A mãe, vendo a agonia da filha, respondeu:



– Minha querida, dê o que você quiser. O presente será seu, não meu. Mas não se esqueça que Deus deu Seu único Filho para nos dar a oportunidade de salvação. Ele era rico e se fez pobre por nós e o preço de nossa salvação foi pago com sangue, Seu próprio sangue.
A mãe beijou-a e saiu, sabendo que sua filha nunca havia amado Miranda, embora fosse uma linda boneca.
Durante três ou quatro dias, Rosa Maria ficou bastante pensativa. Aproximava-se cada vez mais rápido o dia de natal, data em que ela devia tomar sua decisão.
Uma noite, quando Rosa Maria terminou sua oração, sua mãe ouviu-a repetindo essas palavras: “Por favor, querido Jesus, ajuda-me a fazer esse sacrifício”.




No outro dia, ao levantar bem cedo, orou novamente, agradecendo pelo repouso tranqüilo e logo procurou pela sua mãe, com Vera Lúcia nos braços.
– Mamãe, tome. Quero dá-la para Jesus.
A mãe ficou até com pena por aquela atitude bonita da filha e confirmou com ela se não seria Miranda que ela queria dar.
– Não – disse Rosa Maria – porque não é Miranda que eu amo e Deus amava a Jesus quando Ele O enviou ao mundo. Eu quero mesmo dar Vera Lúcia, que eu amo de verdade.
– Está bem – disse a mãe – se é essa sua decisão então vamos dar uma arrumada em Vera Lúcia. Vamos pentear seus cabelos, trocar a roupa e colocar uma fita nova no cabelo.
Depois disso tudo, o pai de Rosa Maria, com tinta e um pincel fino, deu um retoque nos olhos e na boca. Oh! Como Vera Lúcia ficou linda, ainda mais do que antes!

Enfim chegou a manhã de natal. Rosa Maria se arrumou toda e foi com seus pais para o orfanato. O pátio estava todo decorado e bem no centro estava uma linda árvore de natal, com muitas bolas brilhantes e coloridas, fitas, caixas de presentes e para a alegria de Rosa Maria, em um dos galhos, estava Vera Lúcia, com ares de grande importância.
Uma das meninas tinha chegado no orfanato exatamente um dia antes. Era muito pálida, magra e o seu corpinho estava coberto de manchas, por ter sido espancada pelas pessoas com as quais morava.
Os professores e as outras crianças tentaram fazê-la sorrir mas não conseguiram. A menina achava impossível alguém poder amá-la.

Em seguida os professores iniciaram a distribuição dos presentes e Rosa Maria ajudava. Quando a professora pegou Vera Lúcia para entregar, Rosa Maria abraçou-a fortemente e olhando para a professora disse:



– Esta boneca é para aquela menina ali no canto.
A menina nunca havia possuído um brinquedo antes, muito menos uma boneca como aquela.
A professora tomou a mão de Rosa Maria e juntas foram até onde se encontrava a menina novata.

A chinesinha ficou amedrontada, mas Rosa Maria colocou a linda Vera Lúcia em seus braços. Até parecia que a boneca sorria para aquela triste menina órfã. De repente ela entendeu que ninguém queria magoá-la. Ela deu um gostoso abraço em Vera Lúcia e sorriu pela primeira vez. Com isso Rosa Maria ficou super feliz.
Naquela noite, quando Rosa Maria foi dormir, sentiu como se faltasse uma parte do seu corpo, pois Vera Lúcia não estava mais com ela. Então, de repente, ela olhou para Miranda, abraçou-a e disse:

– Oh! Jesus querido, eu cumpri, eu cumpri! Eu fiz exatamente como Deus fez!

Rosa Maria adormeceu mais feliz do que todas as outras noites, porque tinha dado o melhor e mais querido de si para Jesus.
Que triste teria sido para Rosa Maria se a chinesinha tivesse recusado o presente que com tanto sacrifício e amor ela oferecia!


Como Deus deve ficar triste também quando tantas pessoas recusam aceitar o Seu presente maravilhoso, o Seu próprio Filho, o Senhor Jesus.
E você, também não quer aceitá-Lo agora como Salvador da sua vida?


VERSÍCULO: Deus ama quem dá com alegria. II Co 9:7

MÉTODO PARA A HISTÓRIA:  Figuras na caixa de filme. 


SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
Confeccionar envelopes para meninos e meninas, conforme o numero de alunos da sala. 


















31 de jan. de 2016

KIKO, O RATINHO



Kico era um ratinho órfão que morava num casarão abandonado. Seus pais haviam sido carregados por uma enchente, e desde então ele vivia sozinho.

Ele se alimentava roendo as páginas de alguns livros velhos que haviam sido deixados pelos antigos moradores daquele casarão. Mas, um dia ele enjoou de comer sempre a mesma coisa. Ele queria experimentar comidas novas, e mais gostosas.
Então, Kico resolveu sair do casarão e, pelo olfato, acabou indo parar do próximo ao muro de um grande restaurante... O cheiro que vinha do outro lado do muro era delicioso... Ele estava com água na boca imaginando o que haveria de gostoso nas latas de lixo atrás do muro: restos de comidas diferentes, frutas, pedaços de toucinho, queijo... Que delícia!
Mas, por mais que Kico procurasse, não encontrava um modo de atravessar aquele muro tão alto. E agora, o que fazer?

Foi quando apareceu um coelhinho, que foi logo se apresentando:
--- Olá! Meu nome é Pipoca. Qual é o seu nome? E por que você está tão triste?
--- Meu nome é Kico. Estou triste porque estou com muita fome, e sei que do outro lado do muro tem muita comida gostosa, mas eu simplesmente não consigo passar paro o outro lado, pois o muro é muito alto...
Pipoca pensou, pensou. E teve uma idéia!

 --- Já sei! Faremos uma gangorra!
Vamos pegar um pedaço de madeira e colocar sobre esta pedra.

Você fica em uma ponta da madeira e eu pulo na outra ponta. O meu peso certamente vai lançar você sobre o muro, e você irá para o outro lado do muro.
E assim foi feito.
Quando Kico chegou do outro lado, ele ficou maravilhado! Era tanta comida gostosa, que ele não sabia nem por onde começar a comer! Beliscava uma coisa, roia outra...

“Este lugar é um paraíso!”, pensou ele!
Foi quando ele escutou um barulho.
Olhou para trás e viu...

Bem atrás dele estava um grande gato, o maior que Kico já tinha visto!
O gato pulou em cima dele tentando pegá-lo, mas Kico foi mais rápido e começou a correr!
Ele corria o mais depressa que podia, mas o gato era grande e rápido, e estava quase alcançando o pobre ratinho!
Kico já estava desesperado, achando que seria o seu fim.



Quando tudo parecia perdido, eis que o Kico vê uma pequena rachadura no muro, e mais que depressa, passa pelo buraco!
Kico estava salvo! 

O buraco fora a “porta” pela qual ele pode escapar de uma morte certa e terrível!


Isto me lembra de uma outra “porta” que nos permite fugir de um terrível fim.
Na Bíblia, que é a Palavra de Deus, lá no livro de João 10: 09, Jesus disse assim: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á ...”.
E ainda em João 10:10: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.”. 

Na verdade, todos somos pecadores, e estávamos condenados a uma terrível morte, uma eternidade sem Deus.
Mas nosso Deus, que nos ama muito, mandou o seu próprio Filho, Jesus Cristo, para se sacrificar por mim e por você.
Ele foi humilhado e morto numa cruz, porém ao terceiro dia ressuscitou.
Ele não tinha pecado, mas sofreu tudo isso por amor a nós.
E agora, todo aquele que reconhece o sacrifício de Jesus, e o aceita como seu Salvador, terá direito a vida eterna, a morar no céu com Deus.

Você não gostaria de receber em seu coração a Jesus Cristo?



VERSÍCULO: Jesus disse: Eu sou a porta, se alguém entrar por mim se salvará. Jo 10:9
Como fazer o versículo: uma dobradura de uma casa, e você mesma professora escreva o versículo, na porta da casinha! Dê para cada aluno levar pra casa. 












MÉTODO PARA A HISTÓRIA: Figuras

MÉTODO PARA MEMORIZAÇÃO DO VERSÍCULO: As crianças deverão assoprar o seu ratinho para dentro da porta. Em alguns momentos, o professor deverá gritar: Olha o gato! Imediatamente, todas as crianças deverão levantar, ir até a porta (que está escrito Jesus) e dizer o versículo. Depois continuam assoprando os ratinhos para dentro da porta, até todos os ratinhos entrarem por ela.



SUGESTÕES DE ATIVIDADES:













29 de jan. de 2016

O IMPORTANTE É SER DE JESUS


BELINHA: (Cantarolando) lá..lá..lá.......

CLARINHA: Olá, Belinha, você está tão bonita! 

ZECA: É mesmo, Belinha!

BELINHA: Obrigada! Minha mãe faz uma roupa nova para mim todos os dias.

CLAUDINHA: Puxa! Que beleza!

ZECA: E os seus sapatos! Que lindo!

BELINHA: A minha mãe compra sempre um sapato novo para combinar com as roupas que eu tenho.

ZECA: Sua mãe deve ser muito rica, Belinha!

CLARINHA: É mesmo! Para fazer tudo isso por você tem que ser muito rica.

BELINHA: É verdade. Tudo o que eu quero ela me dá. Ela tem muito dinheiro e pode comprar tudo.

ZECA: Tudo não! Eu sei que ela não pode comprar uma coisa...

CLAUDINHA: o quê, Zeca?

ZECA: Ela não pode comprar a vida de ninguém porque a vida pertence a Deus.

BELINHA: Ah! Isso aí é, né? Eu não tinha pensado nisso, claro.

CLAUDINHA: Você tem muitos brinquedos?

BELINHA: Claro que tenho! Eu não sei o que eu ainda não tenho de brinquedos.

CLAUDINHA: Puxa, então leva a gente para brincar um pouquinho na sua casa.

BELINHA: Não, não posso, minha mãe não deixa brincar com eles, porque vocês podem estragar tudo

CLAUDINHA: Quer dizer que você não pode levar seus amigos para brincar com seus brinquedos?

BELINHA: Às vezes, com alguns colegas, né?

ZECA: Acho que você não é muito feliz. Eu e a Clarinha juntamos os nossos brinquedos todos os dias. A gente se diverte muito. Brinca na terra, dá cambalhotas na grama, sobe nas árvores, faz uma festa.

CLAUDINHA: A gente é pobre, mas tem um tesouro maior que todas as pessoas ricas.

BELINHA: Tesouro, vocês tão pobres têm tesouros? Ah! Ah! Ah!

ZECA: É verdade! Temos sim, e esse tesouro pertence ao nosso pai do céu. Ele é o Rei dos reis. Nós temos dois pais: um do céu e um que caiu do céu para mim e mora comigo. O pai do céu é o dono do tesouro, e nós somos filhos dEle, por isso somos seus herdeiros. Lá no céu tem um palácio preparado para nós. Só quem tem Jesus vai morar lá.

BELINHA: Palácio! Ah! Ah! Ah! Os meus pais são ricos

CLAUDINHA: Não, Belinha. Você está enganada. Nosso pai do céu foi quem criou todas as coisas. Até onde você mora e o que você tem é dEle. Apenas está emprestado para você. Onde eu moro, também! Ele é o dono de tudo.

BELINHA: Emprestado? Vocês estão enganados, vou perguntar aos meus pais. Eu não acredito em vocês!

NARRADOR: Os dias se passaram e Belinha não esqueceu o que seus amigos falaram. Perguntou a seus pais se na verdade Jesus (Deus) era o criador de todas as coisas e se apenas Ele poderia dar a vida e tirá-Ia. Seus pais assim confirmaram. Depois, passados alguns dias, Belinha ficou muito enferma, e seus pais gastaram todo o dinheiro para que ela ficasse boa. Mas não obtiveram sucesso. Belinha, muito fraquinha, lembrou-se das palavras de seu amigo, que havia dito que o dinheiro não poderia comprar a vida, mas Jesus poderia curar e salvar. E, naquela hora, os pais de Belinha reconheceram que as crianças estavam certas. Então as convidou para visitá- Ia, e elas oraram por Belinha e seus pais. No dia seguinte...

ZECA: Olá, Belinha! Puxa! Como a sua casa é linda hein!

CLARINHA: Você está melhor, Belinha?

BELINHA: Que bom ver vocês! Agora estou bem melhor. Jesus me curou e graças a vocês eu aprendi que o dinheiro não é tão importante. A gente morre e tudo fica. O principal é a nossa salvação. Quase perdi minha vida. Agora posso dizer: Sou feliz! Jesus me salvou! Jesus me curou!

CLAUDINHA: Que bom! Jesus é um tesouro que não se acaba. .

ZECA: Na terra, tudo se consome e perde seu valor. Se cair uma bomba e destruir tudo, de nada vai adiantar o dinheiro. Mas quem tem Jesus tem tudo.

BELINHA: É mesmo. Obrigada! A partir de hoje, eu quero que vocês venham brincar sempre aqui com os meus brinquedos.

NARRADOR: E assim Belinha aprendeu que o dinheiro não compra a salvação, pois o preço que Jesus pagou na cruz do Calvário não tem valor que pague. Ele é o nosso maior tesouro. Jesus é o tesouro mais importante desta vida! 


VERSÍCULO: Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração. Mt 6:21

MÉTODO PARA A HISTÓRIA: Fantoche, Palitoche, ou outro tipo de bonecos que queira estar usando.

SUGESTÕES DE ATIVIDADE:

Fazer a arca e enrolar o versículo acima e colocar dentro.




A NUVENZINHA PRETA

Era uma vez uma Nuvenzinha muito malvada. Ela era a nuvenzinha mais suja do céu de tanto pecado que tinha dentro dela. A nuvenzinha vivia fazendo coisas ruins, soltando raios para todos os lados e assustando as pessoas com seus trovões.

Quando uma nuvenzinha ficava no seu caminho, ela dava um empurrão tão forte que a nuvenzinha voava longe. As pessoas lá em baixo já ficavam com medo só de ver a nuvenzinha preta lá longe no céu, porque sabiam que ela era muito perigosa, então todos corriam e se escondiam dela.


Um dia, uma nuvem maior que estava passando no céu perguntou:
- Nuvenzinha, por que você é tão má?
E a nuvenzinha preta disse:
- Que te importa? Cuide da sua vida!
- Credo, além de malvada você também é muito mal educada...– disse a nuvem com surpresa 
– Que coisa feia ficar respondendo assim...
A nuvenzinha preta fez uma careta e nem se importou..
Você sabia que quem faz coisas ruins porque não tem Jesus no coração não pode entrar no céu? – falou a nuvem maior.
- Ah, que idéia! Eu já to no céu, não está vendo? – respondeu desaforada.
- Não este céu, mas o céu dos céus, a casa de Deus!
A nuvenzinha preta ficou curiosa e a nuvem maior continuou:
- Deus nos ama muito, foi Ele quem nos criou. Ele nos ama tanto que fez um lugar especial para nós lá no céu. Lá é muito lindo, não tem tristeza, nem maldade, quem tem pecado não pode entrar lá.
- O que é pecado? – perguntou a nuvenzinha curiosa.
- Pecado são as coisas que fazemos que deixam Deus triste, como mentir, falar palavrão, responder mal, desobedecer, brigar, bater, etc..
Quem faz essas coisas tem o coração sujo de pecado e desta forma não pode entrar no céu e morar lá com Deus!
- Ai, e agora? Meu coração tá sujo! Eu não vou poder ir morar no Céu com Deus... – respondeu a nuvenzinha aflita.
- Não se preocupe tanto – disse a nuvem maior, tranqüilizando a nuvenzinha – Deus nos ama tanto que deu seu único filho pra morrer numa cruz e sofrer muito em nosso lugar. Jesus derramou todo seu sangue para lavar nossos pecados. Mas Ele ressuscitou e se você quiser, pode pedir para Ele entrar no seu coração e deixar ele limpinho, pronto para entrar no Céu!
- Ufa, que bom! E como faço isso? – Aliviou-se a nuvenzinha.
- É só repetir assim comigo: “Senhor Deus, eu sei que fiz coisas ruins que não te agradam e meu coração ficou sujo de pecado, mas eu estou muito arrependida e quero te pedir perdão. Por favor Senhor Jesus, só o Senhor pode me perdoar e limpar meu coração outra vez. Entre em minha vida e faça em mim sua nova casa, Eu te aceito e deixo que guie a minha vida para que eu nunca faça coisas ruins de novo. Te agradeço muito. Amém!”


A nuvenzinha preta repetiu toda a oração. Ela chorou tão arrependida que o pecado dentro dela foi escorrendo... Escorrendo.. Escorrendo... Até deixar ela toda branquinha de novo.

E desde então, a nuvenzinha se tornou uma nuvenzinha boa. Ela fez sombra para os trabalhadores no campo, regou as árvores do bosque e refrescou as crianças no parque com sua garoa. Quando, sem querer, trombava com outra nuvenzinha, ela pedia desculpas e dava passagem. As pessoas não tinham mais medo dela e Deus ficou muito feliz com a nova nuvenzinha!


Fonte: cantinhodashistoriasbiblicas.blogspot.com


VERSÍCULO: em“Tenham cuidado com o modo como vocês viv...” Ef 5:15



MÉTODO PARA A HISTÓRIA: Palitoche. Imprima ou confeccione as nuvem em papel cartão ou EVA e prenda-as com um palito atrás.

ATIVIDADE: Entregue papel dobradura preto, amarelo e azul claro para as crianças. Peça que elas utilizem esse material para fazer uma nuvem malvada e outra boa. Logo após, eles deverão colá-las numa folha sulfite para recriar a história, ou desenhar e colar algodão na nuvem.

LANCHINHO: Algodão doce






3 de dez. de 2015

CAIXA SURPRESA

Aqui uso esse recurso para ajudar na memorização da história. Ou reconto com os objetos que você mesma coloca dentro. 






PAINEL DE APOIO PARA HISTÓRIAS

Aqui você tem uma opção diferente do flanelógrafo.

Você recorta duas partes da frente de uma caixa de papelão no mesmo tamanho.
Depois escolha uma cor e o tipo de papel e forre. Eu usei papel camurça preto, achei que depois posso usar como bíblia também, e colocar dentro histórias Bíblicas.
A História do modelo nas fotos é: A Escolha de Dourada, uma história verdadeira baseada em Provérbios 14:12.
Veja ....



VISUAL PARA CÂNTICO

Cântico visualizado, bem criativo by APEC   =) 

Passo a passo nas fotos, bem fácil de fazer. 



Como dobrar o cântico para usar na hora do louvor.








Lindo né! Super criativo...Amo a APEC   =) 








MODELOS DE EXPRESSÕES


Pra Você que gosta de artes, assim como eu!
Modelos de olhos com expressões e boquinhas.